Banquinho

A Banquinho Blog
  • October 5, 2011 7:33 pm
    O QUE ESTOU LENDO
Este está sendo sensacional. Enfim.
Não botei muita fé, depois de ver propagandas no metrô de Nova York e na Times Square. Pensei, preconceituoso que sou — na maioria das vezes esse preconceito é dos mais justificados — que seria só um textinho caça-níquel sobre a crise de 2008, mas nada mais do que já foi visto nos filmes do Michael Moore: a causa foi a ignorância de 90% dos malucos de Wall Street (me neguei a alisar o saco do touro).
Só que me interesso pelo assunto (as causas da implosão do sistema financeiro e as oportunidades que surgiram na época), e li um artigo do autor na “Wired” que me atiçou as lombrigas. “The Big Short” é começo, meio e fim da crise que, por muita sabedoria de gentes de primeira que ainda restam nos Estados Unidos, não virou mais um crack de 29.
Dei uma chance para o primeiro capítulo gratuito e acabei socando 200 páginas em três dias. Biscoito fino.
Não vejo ficções no horizonte. Ok, tem o novo Connelly saindo esse mês e lerei apenas para matar a curiosidade, a dependência psicológica. Depois volta para o nonfiction por período indeterminado. Volto a dizer que é literatura de macho.

    O QUE ESTOU LENDO

    Este está sendo sensacional. Enfim.

    Não botei muita fé, depois de ver propagandas no metrô de Nova York e na Times Square. Pensei, preconceituoso que sou — na maioria das vezes esse preconceito é dos mais justificados — que seria só um textinho caça-níquel sobre a crise de 2008, mas nada mais do que já foi visto nos filmes do Michael Moore: a causa foi a ignorância de 90% dos malucos de Wall Street (me neguei a alisar o saco do touro).

    Só que me interesso pelo assunto (as causas da implosão do sistema financeiro e as oportunidades que surgiram na época), e li um artigo do autor na “Wired” que me atiçou as lombrigas. “The Big Short” é começo, meio e fim da crise que, por muita sabedoria de gentes de primeira que ainda restam nos Estados Unidos, não virou mais um crack de 29.

    Dei uma chance para o primeiro capítulo gratuito e acabei socando 200 páginas em três dias. Biscoito fino.

    Não vejo ficções no horizonte. Ok, tem o novo Connelly saindo esse mês e lerei apenas para matar a curiosidade, a dependência psicológica. Depois volta para o nonfiction por período indeterminado. Volto a dizer que é literatura de macho.